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Tarifas do transporte público em São Paulo sobem a partir de janeiro de 2026

 

Crédito: Wikimédia

O Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura da capital anunciam, nesta segunda-feira (29), o reajuste das tarifas do transporte público, que passa a valer a partir de 6 de janeiro de 2026.

Com a atualização, a passagem das linhas sobre trilhos — metrô e trens metropolitanos — sobe de R$ 5,20 para R$ 5,40. Já a tarifa dos ônibus municipais passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Entre 2024 e 2025, o governo estadual já havia reajustado a tarifa do sistema ferroviário de R$ 5 para R$ 5,20. No caso dos ônibus municipais, a Prefeitura promoveu, em 2025, o primeiro aumento após cinco anos de congelamento, elevando o valor de R$ 4,40 para R$ 5, o que representou alta de 13,6%.

O Estado justifica o novo reajuste após análise das despesas operacionais do sistema, que apresentam crescimento contínuo. Entre os principais custos citados estão energia elétrica, manutenção da frota, infraestrutura e folha de pagamento. Segundo a gestão estadual, a medida é necessária para garantir eficiência, segurança e qualidade no serviço prestado à população.

Já a Prefeitura de São Paulo afirma que o aumento ficou abaixo do Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe) do transporte coletivo, que acumula alta de 6,5% no ano. A administração municipal destaca que, entre 2020 e 2025, houve apenas uma atualização tarifária, enquanto a inflação acumulada no período foi de 40,31%. Segundo a Prefeitura, a nova tarifa de R$ 5,30 representa menos da metade desse índice inflacionário.

De acordo com a SPTrans, os créditos comprados até as 23h59 do dia 5 de janeiro de 2026, ainda no valor de R$ 5, terão validade de 180 dias. Após esse prazo, os débitos passam a considerar o novo valor de R$ 5,30. Pela legislação vigente, o limite de recarga é de 200 tarifas para Vale-Transporte e 100 tarifas para o Bilhete Único Comum.