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São Paulo confirma segundo caso importado de sarampo e reforça alerta para vacinação

 SP confirma segundo caso importado de sarampo e reforça a vacinação como principal forma de prevenção. Veja quem deve se imunizar.

Crédito: Agência SP

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso importado de sarampo no estado em 2026. O paciente é um homem de 42 anos, residente na Guatemala, com histórico de vacinação.

O caso foi notificado no fim de março e confirmado por exames laboratoriais em abril. Diante da situação, o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo emitiu um alerta na última segunda-feira (27).

Primeiro caso envolveu bebê sem vacinação

Em março, o estado já havia registrado outro caso importado da doença: uma criança de 6 meses, sem histórico de vacinação, que havia viajado para a Bolívia.

No ano anterior, São Paulo também contabilizou dois casos importados, o que mantém o monitoramento constante por parte das autoridades de saúde.

Vacinação é principal forma de prevenção

Segundo a SES-SP, a vacinação contra o sarampo segue como a principal estratégia de prevenção, especialmente diante do aumento do fluxo internacional de viajantes e da circulação do vírus em outros países das Américas.

A imunização faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e deve ser atualizada conforme a faixa etária.

Quem deve se vacinar

As recomendações são:

  • Crianças:
    • 1ª dose aos 12 meses (tríplice viral)
    • 2ª dose aos 15 meses (tetra viral)
  • Pessoas de 5 a 29 anos:
    • Duas doses da vacina
  • Pessoas de 30 a 59 anos:
    • Uma dose
  • Profissionais da saúde:
    • Duas doses, independentemente da idade

Quem comprovar o esquema completo é considerado imunizado.

Governo disponibiliza canal para dúvidas

O governo estadual disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre:

  • Eficácia das vacinas
  • Possíveis efeitos colaterais
  • Doenças imunopreveníveis
  • Importância da imunização

Alerta à população

A Secretaria reforça a importância de manter a carteira de vacinação atualizada, especialmente em um cenário de maior circulação internacional, que aumenta o risco de reintrodução do vírus.